Trabalhos parlamentares na Ales retornam na segunda

Doença de Parkinson será um dos assuntos abordados na volta das reuniões dos colegiados após recesso

Por Marcos Bonn, com edição de Nicolle Expósito | Atualizado há 1 mês

Deputados da Comissão de Saúde reunidos em plenarinho da Assembleia Legislativa
Comissão de Saúde tem duas reuniões agendadas na terça-feira (2) / Foto: Lucas S. Costa

Os trabalhos parlamentares serão retomados na Assembleia Legislativa (Ales) a partir de segunda-feira (1º). Com o fim do recesso (entre 18 e 31 de julho), voltam a ser realizadas as sessões ordinárias e reuniões dos colegiados, entre outras atividades no Palácio Domingos Martins. Na próxima semana, a Comissão de Saúde tem encontro agendado, em dose dupla, na terça (2).

Às 10 horas, no Plenário Rui Barbosa, os deputados recebem o presidente da Associação de Parkinson do Estado do Espírito Santo (APEES), Márcio Gouvêa, e demais representantes. Entre os assuntos a serem abordados está o apoio para fortalecer a atuação da entidade, cujos trabalhos remontam há 18 anos - quando ainda era conhecida como Associação Capixaba de Parkinson (ACP).

Apoio

Segundo Gouvêa, a APEES precisa de auxílio do poder público para se reorganizar. A entidade já chegou a ter um espaço onde ofertava atendimento multiprofissional a pacientes, mas hoje está sem sede. Além disso, é preciso apoio burocrático para transformá-la em Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e permitir acesso a verbas governamentais. Hoje a entidade não recebe nenhum tipo de financiamento.

Mesmo sem sede, explica ele, a associação vem funcionando com a ajuda de voluntários e se mantém ativa por meio de um grupo de troca de mensagens. Uma das principais características do trabalho, que é ressocializar esses pacientes, continua sendo feito com a ajuda de profissionais voluntários como psicólogos, que atendem em formato virtual.

Com base em dados do Ministério da Saúde (MS), Márcio Gouvêa revela que 1% da população brasileira acima de 60 anos tem Doença de Parkinson. Na Grande Vitória, a estimativa é que existam pelo menos 2 mil pessoas com esse problema neurodegenerativo, segundo levantamento da associação feito há 10 anos.

Atualmente com 60 anos de idade, Gouvêa foi diagnosticado aos 38 anos. Junto com mais quatro amigos fundou a então ACP, em 2004, para conscientizar sobre esse mal e fornecer suporte a pacientes e familiares. Durante a comissão, ele também vai falar sobre os sintomas da doença, caracterizada, entre outros, por tremores e lentidão nos movimentos. Embora seja incurável, o tratamento pode proporcionar qualidade de vida.

Córnea

A reunião ordinária da Comissão de Saúde, às 9 horas, terá a presença da coordenadora do Banco de Olhos do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), Caroline Meirelles Mendes, e do chefe da Unidade de Oftalmologia do hospital, Anderson Lopes Serafim. Eles vão abordar o assunto “A importância da Doação de Córnea”. 

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