Cancelada audiência sobre preservação de abelhas

Comissão de Meio Ambiente quer discutir projeto que proíbe uso de agrotóxicos próximo a áreas de apicultura e meliponicultura

Por Titina Cardoso, com edição de Angèle Murad | Atualizado há 1 ano

Duas abelhas em flores
Debate seria nesta quinta, à noite / Foto: Lucas S. Costa

Foi cancelada a audiência pública sobre a proteção das abelhas, prevista para acontecer nesta quinta-feira (7), à noite. O evento virtual da Comissão de Meio Ambiente iria discutir o Projeto de Lei (PL) 686/2019, que proíbe a utilização de agrotóxicos, fungicidas e inseticidas em locais próximos a áreas de apicultura e meliponicultura. 

Para debater o assunto, a comissão havia convidado os engenheiros agrônomos Edegar Formentini e Ricardo Braga. Formentini é servidor aposentado do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e membro da Comissão de Saúde e Meio Ambiente do Fórum Espírito-Santense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos (Fesciat) do Ministério Público Estadual (MPES). 

Ricardo Braga é mestre em Agroecologia, coordenador de Meio Ambiente da entidade ambiental Sociedade Sinhá Laurinha e sócio-fundador da Associação de Meliponicultores do Espírito Santo. 

Criação de abelhas protege meio ambiente e gera renda

O projeto 

O PL 686/2019, de autoria da deputada Iriny Lopes (PT), proíbe o uso de agrotóxicos, fungicidas e inseticidas em um raio de mil metros no entorno de áreas de apicultura e meliponicultura (criação de abelhas sem ferrão), instituindo multa para os descumpridores da norma. 

Em 2019, o projeto tramitou em regime de urgência e foi aprovado nas comissões de Justiça e Meio Ambiente com emenda substitutiva que retira a previsão de multa para os infratores e estabelece prazo de 45 dias depois da publicação oficial para a lei entrar em vigor.

A matéria aguardava o posicionamento da Comissão de Agricultura, mas a autora pediu a retirada do projeto da pauta de votação no dia 12 de novembro de 2019. 

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