Mameri sugere política de prevenção ao suicídio

Iniciativa prevê, entre outras medidas, formação permanente para gestores e profissionais de saúde, educação, assistência social e segurança

Por Aldo Aldesco, com edição de Angèle Murad

Pessoa agachada no chão, com a mão no rosto; imagem na contraluz
Deputado defende a notificação compulsória dos casos de suicídio e lesões autoprovocadas / Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O deputado Dr. Emílio Mameri (PSDB) propõe, no Projeto de Lei 388/2021, a instituição da Política Estadual de Prevenção de Lesões Autoprovocadas e do Suicídio no Espírito Santo. 

De acordo com o projeto, a iniciativa deve ser implementada em cooperação com os municípios, as instituições privadas, a sociedade civil e a União. Essa política de prevenção tem como objetivos, entre outros, a promoção da saúde mental, a prevenção da violência autoprovocada e o controle dos fatores que levam a esse tipo de doença.

O programa visa informar e sensibilizar a sociedade sobre a importância da prevenção, colocando em evidência a questão como problema de saúde pública. De acordo com a iniciativa, gestores e profissionais das áreas de saúde, ensino público e privado, assistência social e segurança pública devem receber educação permanente sobre o assunto.

Outras medidas estão previstas, como serviço telefônico destinado a atender pessoas em sofrimento psíquico e procedimento de notificação compulsória dos casos de suicídio e lesões autoprovocadas.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), citados por Mameri, o suicídio ocupa a segunda posição entre as maiores causas de morte entre jovens entre 15 e 29 anos, sendo superado apenas pelos acidentes. No Brasil, é a terceira maior causa de morte nessa faixa etária.

Para Mameri, é possível combater o suicídio e as lesões autoprovocadas com ações multissetoriais de prevenção e baixo custo. “A causa da saúde mental, especialmente no que concerne à prevenção do suicídio, é hoje um justo enfoque das políticas públicas mundiais. Devemos pensar que é possível atingir índices melhores com a promoção de ações de políticas pró-vida”, defende o deputado.

A matéria foi lida no dia 3 de agosto e segue para análise nas comissões de Justiça, Saúde, Cidadania e Finanças. 

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